Presidência do TCU vê Corte sob ataque após críticas à atuação do órgão no caso Master
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Presidente da corte, Vital do Rêgo, afirmou que ‘não paira qualquer dúvida’ sobre competência do tribunal para investigar o trabalho do Banco Central
BRASÍLIA- A presidência do Tribunal de Contas da União (TCU) encaminhou uma mensagem aos demais ministros avaliando que a Corte de Contas estaria sob ataque e reforçando que nenhum órgão pode ficar livre do controle externo, de acordo com interlocutores da instituição. A mensagem atribuída ao presidente, Vital do Rêgo, vem após a repercussão sobre o caso do Banco Master e questionamentos e críticas à atuação do órgão.
As informações foram publicadas pela CNN Brasil e confirmadas pelo Estadão/Broadcast.
Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master. A autarquia menciona a grave crise de liquidez e o comprometimento significativo da situação econômico-financeira do banco, além da venda de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito falsas ao Banco de Brasília (BRB), segundo investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF).
No TCU, o caso entrou na pauta em dezembro passado, quando o ministro Jhonatan de Jesus deu 72 horas para a autarquia justificar o que chamou de “medida extrema” e “precipitada”. O BC respondeu com novas notificações de crime enviadas pela autarquia ao MPF.
Num despacho sem precedentes, o ministro do TCU determinou uma inspeção in loco no BC “com a máxima urgência” e alertou que pode determinar que a autarquia seja impedida de vender bens do Master na liquidação do banco. Nesta terça-feira, o Banco Central recorreu da decisão do ministro do Jhonatan de Jesus sobre a inspeção.
A movimentação gerou críticas sobre atuação do TCU no caso, provocando questionamentos sobre os limites da Corte de Contas no processo. Especialistas e técnicos do TCU ouvidos pelo Estadão dizem que o tribunal não poderia interferir na liquidação determinada pelo BC e muito menos agir para tentar reverter a decisão da autoridade monetária.
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Presidente da corte, Vital do Rêgo, afirmou que ‘não paira qualquer dúvida’ sobre competência do tribunal para investigar o trabalho do Banco Central
BRASÍLIA- A presidência do Tribunal de Contas da União (TCU) encaminhou uma mensagem aos demais ministros avaliando que a Corte de Contas estaria sob ataque e reforçando que nenhum órgão pode ficar livre do controle externo, de acordo com interlocutores da instituição. A mensagem atribuída ao presidente, Vital do Rêgo, vem após a repercussão sobre o caso do Banco Master e questionamentos e críticas à atuação do órgão.
As informações foram publicadas pela CNN Brasil e confirmadas pelo Estadão/Broadcast.
Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master. A autarquia menciona a grave crise de liquidez e o comprometimento significativo da situação econômico-financeira do banco, além da venda de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito falsas ao Banco de Brasília (BRB), segundo investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF).
No TCU, o caso entrou na pauta em dezembro passado, quando o ministro Jhonatan de Jesus deu 72 horas para a autarquia justificar o que chamou de “medida extrema” e “precipitada”. O BC respondeu com novas notificações de crime enviadas pela autarquia ao MPF.
Num despacho sem precedentes, o ministro do TCU determinou uma inspeção in loco no BC “com a máxima urgência” e alertou que pode determinar que a autarquia seja impedida de vender bens do Master na liquidação do banco. Nesta terça-feira, o Banco Central recorreu da decisão do ministro do Jhonatan de Jesus sobre a inspeção.
A movimentação gerou críticas sobre atuação do TCU no caso, provocando questionamentos sobre os limites da Corte de Contas no processo. Especialistas e técnicos do TCU ouvidos pelo Estadão dizem que o tribunal não poderia interferir na liquidação determinada pelo BC e muito menos agir para tentar reverter a decisão da autoridade monetária.
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BRASÍLIA- A presidência do Tribunal de Contas da União (TCU) encaminhou uma mensagem aos demais ministros avaliando que a Corte de Contas estaria sob ataque e reforçando que nenhum órgão pode ficar livre do controle externo, de acordo com interlocutores da instituição. A mensagem atribuída ao presidente, Vital do Rêgo, vem após a repercussão sobre o caso do Banco Master e questionamentos e críticas à atuação do órgão.
As informações foram publicadas pela CNN Brasil e confirmadas pelo Estadão/Broadcast.
Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master. A autarquia menciona a grave crise de liquidez e o comprometimento significativo da situação econômico-financeira do banco, além da venda de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito falsas ao Banco de Brasília (BRB), segundo investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF).
No TCU, o caso entrou na pauta em dezembro passado, quando o ministro Jhonatan de Jesus deu 72 horas para a autarquia justificar o que chamou de “medida extrema” e “precipitada”. O BC respondeu com novas notificações de crime enviadas pela autarquia ao MPF.
Num despacho sem precedentes, o ministro do TCU determinou uma inspeção in loco no BC “com a máxima urgência” e alertou que pode determinar que a autarquia seja impedida de vender bens do Master na liquidação do banco. Nesta terça-feira, o Banco Central recorreu da decisão do ministro do Jhonatan de Jesus sobre a inspeção.
A movimentação gerou críticas sobre atuação do TCU no caso, provocando questionamentos sobre os limites da Corte de Contas no processo. Especialistas e técnicos do TCU ouvidos pelo Estadão dizem que o tribunal não poderia interferir na liquidação determinada pelo BC e muito menos agir para tentar reverter a decisão da autoridade monetária.